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Azure SQL Database

Novo curso – Azure SQL Database for all

É com imenso prazer que irei disponibilizar o curso que estive criando nos últimos meses de graça.  
Para os desenvolvedores que não gostam do DBA, esse curso é para você. 
Para administrador & devops (Windows/Linux) que não querem depender do DBA, esse curso é para você 
Para DBAs que querem se atualizar e entender como funciona o database na nuvem, esse curso é para voce. 
Ou seja, esse curso é para todos que tem interesse em saber como usar o Azure SQL Database no seu trabalho. 

Estrutura do curso:

  • Introdução 
  • Modelo de preço do Azure SQL Database 
  • Primeiro acesso ao Azure SQL Database 
  • Segurança no Azure SQL Database 
  • Recursos no Azure SQL Database 
  • Recursos não suportados  
  • Migrar para o Azure SQL Database 
  • Monitorar & Identificar problemas no Azure SQL Database 

Corra porque as vagas são limitas, acesso o link abaixo e garanta seu lugar. 

https://www.eventbrite.com/e/azure-sql-database-for-all-tickets-48162796220

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Azure SQL Database How To Troubleshooting

Azure SQL Database – Transparent Data Encryption with bring your own key

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Transparent Data Encryption (TDE) vem por padrão habilitado quando você cria um novo database no Azure SQL Database.  

TDE não é mais uma novidade porem eu tenho visto que é pouco explorada (minha percepção). Se predente usar TDE on-premise vale a pena a leitura no post anterior. 

Habilitar ou desabilitar TDE no Azure SQL Database é simplesmente um click para ON ou OFF e a Microsoft faz tudo para você! Simples né, porem algumas perguntas vinham em relação a esse gerenciamento, por exemplo, como é realizado o gerenciamento de chaves ou porque apenas certificado poderiam ser usados.   

Com isso em mente a Microsoft disponibilizou uma nova opção: Bring Your Own Key. Com certeza isso faz muita diferença uma vez que posso ter o controle maior sobre as minhas chaves e posso aplicar a política definida pela minha empresa. Sendo assim agora eu posso estar cumprindo as conformidades de órgãos regulamentadores com mais transparência.  

https://azure.microsoft.com/en-us/blog/transparent-data-encryption-with-customer-managed-keys-in-azure-sql-database-generally-available/

Bring Your Own Key 

A minha primeira tentativa foi utilizar o Azure Portal para criar todos os passos necessários desde a criação de um novo servidor, key vault e key. 

Key Vault 

Na blade para criar o key vault começaram meus problemas.  

Ao tentar adicionar um acesso para o meu “logical server” eu não pude encontra-lo. Mas a pergunta era, porque não?! 

Voltei a ler a documentação e tentei entender melhor como TDE suporta BYOK. 

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/encryption/transparent-data-encryption-byok-azure-sql?view=azuresqldb-current 

O servidor logico precisa gerar e assinar uma identidade no Azure Active Directory, mas o Azure Portal não me dá essa opção quando estou criando o servidor.  

Não tem problema, vamos para o PowerShell. 

Set-AzureRmSqlServer `
-ResourceGroupName TDE `
-ServerName tdebalabuch `
-AssignIdentity

Eu não precisei apagar e criar novamente o servidor. 

Depois de executar o comando voltei ao Azure Portal e agora o meu servidor estava disponível para adicionar acesso.

Adicionei as permissões necessárias: GET, WRAP e UNWRAP.

Key 

Agora que a key vault está criado falta apenas a key.

3 importantes atributos que a Key deve ter: 

  • No expiration date 
  • Not disabled 
  • Permissão de get, wrap key, unwrap key  

Habilitar TDE com BYOK 

Agora seria a hora de apertar o botão salvar e tudo funcionar perfeito. Seria, mas não foi! 

Recebi o erro:  

Failed to save Transparent Data Encryption settings for server: {serverName}. Error message: The provided Key Vault uri ‘https://keyvaulttde.vault.azure.net/keys/KeyForTDE/633a6b1fad6941cb96449599df0382c0’ is not valid. Please ensure the vault has the right Recovery Level other than ‘Purgeable’. 

Ok. Fiz algo de erro, vou refazer tudo e vai dar certo! #sqn 

Boa notícia, refiz algumas vezes e pude perceber o que mesmo sem atribuir uma identidade para o servidor quando clico em salvar a etapa de atribuir uma identidade e conceder as permissões o Azure Portal está fazendo 🙂 

Mas ainda falta algo que ele não faz. Então nesse momento apenas é possível utilizar PowerShell e CLI.  

Quebrando os passos 

Aqui eu comecei a quebrar os passos da criação de todos os recursos envolvidos. 

Lendo a documentação novamente me deparo com essa informação 

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/encryption/transparent-data-encryption-byok-azure-sql?view=azuresqldb-current 

Depois de ler mais documentação percebi que essa funcionalidade era o que estava me causando problema.  

https://docs.microsoft.com/en-us/azure/key-vault/key-vault-ovw-soft-delete 

https://docs.microsoft.com/en-us/azure/key-vault/key-vault-soft-delete-powershell 

Eu tive que executar um comando em PowerShell:

($resource = Get-AzureRmResource -ResourceId (Get-AzureRmKeyVault -VaultName "KeyVaultTDE").ResourceId).Properties | Add-Member -MemberType "NoteProperty" -Name "enableSoftDelete" -Value "true" 

Set-AzureRmResource -resourceid $resource.ResourceId -Properties $resource.Properties  

Get-AzureRmKeyVault -VaultName "KeyVaultTDE"

Voltei ao Azure Portal e pude finalizar o processo. 

Investigando um pouco mais, quando entrei na Key Vault me apareceu a seguinte mensagem! 

OK! Meu entendimento é que Soft Delete ainda está em “Preview” e minha pergunta é: Porque a Microsoft liberou um recurso (TDE com BYOK) que depende de outro recurso que ainda está em “Preview”? 

Enquanto o Azure Portal não tem todas as opções disponíveis o melhor jeito é utilizar o PowerShell.  

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/encryption/transparent-data-encryption-byok-azure-sql 

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/encryption/transparent-data-encryption-byok-azure-sql-configure

https://azure.microsoft.com/en-us/blog/transparent-data-encryption-with-customer-managed-keys-in-azure-sql-database-generally-available/ 

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/encryption/transparent-data-encryption-azure-sql 

https://azure.microsoft.com/en-us/blog/preview-sql-transparent-data-encryption-tde-with-bring-your-own-key-support/ 

 

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SQL Server Troubleshooting Virtual PASS BR

Transparent Data Encryption and its tricks

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Transparent Data Encryption – TDE não é mais uma novidade, mas sim uma realidade que devemos usar. Um ponto importante que vale ressaltar é que esse recurso está presente apenas na edição ENTERPRISE do SQL Server.
Existem alguns passos a passos na internet de como implementar, mas eu vou deixar um script que pode ser seguido.

Master Key e Certificados

Uma forma simples de implementar o TDE é utilizar um certificado gerado pelo próprio SQL Server que é protegido pela Master Service Key.
Se você está implementando ou pretende implementar lembre-se que o mais importante de tudo é fazer backup do certificado e das keys!

PARE TUDO e faça BACKUP 

O principal aspecto para utilizar o TDE está relacionado à protecao de chaves incluindo backups separados das chaves de criptografia e a capacitade de restaurar e recuperar esse banco de dados em outro local. Assim como qualquer outro plano de DR, a restauração de bancos de dados de TDE é algo que devemos praticar antes que ocorra o desastre. Você não quer descobrir depois de um evento  que você não estava fazendo o backup da chave TDE corretamente.

Mais uma vez eu utilizei o dbatools para me ajudar a automatizar minha tarefa e quero agradecer ao Claudio Silva  (blog/twitter) por me ajudar. Algumas linhas de powershell são suficientes para isso 🙂

Agora que o background está pronto, o TDE pode ser habilitado.

A diferença quando se está utilizando AlwaysON Availability Group está na preparação dos ambientes antes de habilitar o TDE. Ou seja, você deve criar chaves e certificados em todas réplicas que pertencem ao AG.

/*
  Following steps must be executed on PRIMARY REPLICA
*/
-- Check if MASTER KEY is created
USE master; 
GO

SELECT * FROM sys.symmetric_keys; 
SELECT * FROM sys.certificates;

/*
  Step 1: On Primary Replica - Creation of the Database MASTER KEY (DMK)
  We can skype this step because we already have it
  Make sure that MASTER KEY Backup is working correctly.
        Review backup routine! This is most important step to do 
*/
-- Create a Master Key IF NOT EXISTS
USE master;
GO
CREATE MASTER KEY ENCRYPTION BY PASSWORD = 'use_a_strong_password';
GO

-- Backup the Master Key
BACKUP MASTER KEY
TO FILE = '\\PrimaryReplica\TDE\PrimaryReplica_MasterKeyBackup.key'
ENCRYPTION BY PASSWORD = 'use_a_strong_password';
GO
/*
  Step 2: On Primary Replica - Creation of the CERTIFICATE
  Certificate is named as TDECert and it will use MASTER KEY to en
*/

-- Create Certificate Protected by Master Key
CREATE CERTIFICATE TDECert
WITH
  SUBJECT = 'Transparent Data Encryption Cerficate';
GO

/*
 Backup the Certificate
 Review backup routine. We should back up it to two/three different location
 Pick up a strong password 
*/
BACKUP CERTIFICATE Cert_For_TDE TO FILE = '\\PrimaryReplica\TDE\PrimaryReplica_Cert_For_TDE_Backup.cer'
WITH PRIVATE KEY ( FILE = '\\PrimaryReplica\TDE\PrimaryReplica_Cert_For_TDE_PrivKey.pvk'
                  ,ENCRYPTION BY PASSWORD = 'use_a_strong_password' );

/*
  Step 3: On Primary Replica - Creation of Database Encryption Key (DEK)
*/

USE YourDatabase;
GO
/*
 Create a Database Encryption Key
 Choose between AES_128 and AES_256
 Your are not going to encrytp it yet! 
*/

CREATE DATABASE ENCRYPTION KEY
WITH ALGORITHM = AES_128 -- AES_256 
ENCRYPTION BY SERVER CERTIFICATE Cert_For_TDE;
/*
  Following stes must be executed on SECONDARY REPLICA
*/

-- Check if MASTER KEY is created
USE master;
GO
SELECT * FROM sys.symmetric_keys;
SELECT * FROM sys.certificates;

-- Create a Master Key IF NOT EXISTS
USE master;
GO
/*	
  Step 4: On Secondary Replica - Creation of the DMK
  Make sure that MASTER KEY Backup is working correctly.
  Review backup routine.  
*/

CREATE MASTER KEY ENCRYPTION BY PASSWORD = 'use_a_strong_password';
-- Backup the Master Key on secondary in order we have this when it turns into Primary and we need not worry when recovery event occurs.
-- Review backup routine! This is most important step to do

BACKUP MASTER KEY
TO FILE = '\\SecondaryReplica\TDE\SecondaryReplica_MasterKeyBackup.key' -- You can use same folder to store keys (I just change it to make things easy)
ENCRYPTION BY PASSWORD = 'use_a_strong_password';
/*
  Step 5: On Secondary Replica - Creation of the Certificate from the Primary Certificate Backup
*/

-- Create Certificate Protected by Master Key 
CREATE CERTIFICATE Cert_For_TDE
FROM FILE = '\\PrimaryReplica\TDE\PrimaryReplica_Cert_For_TDE_Backup.cer'
WITH PRIVATE KEY ( FILE = '\\PrimaryReplica\TDE\PrimaryReplica_Cert_For_TDE_PrivKey.pvk'
                  ,DECRYPTION BY PASSWORD = 'same_strong_password_for_backup' );

-- Backup the Certificate
-- Review backup routine! This is most important step to do
BACKUP CERTIFICATE Cert_For_TDE TO FILE = '\\SecondaryReplica\TDE\SecondaryReplica_Cert_For_TDE_Backup.cer' 
WITH PRIVATE KEY ( FILE = '\\SecondaryReplica\TDE\SecondaryReplica_Cert_For_TDE_PrivKey.pvk' 
                  ,ENCRYPTION BY PASSWORD = 'use_a_strong_password' );
/*
  Step 6: On Primary Replica – Enabling TDE Encryption
  Following stes must be executed on PRIMARY REPLICA
*/

-- Now you are going to encrypt it
ALTER DATABASE YourDatabase SET ENCRYPTION ON;
GO
/*
  Step 7: On the Primary Replica and Secondary Replicas – Monitoring Encryption
  This code must be run in SQLCMD mode
*/

:CONNECT PrimaryReplica
SELECT
  @@SERVERNAME
 ,db.name
 ,db.is_encrypted
 ,dm.encryption_state
 ,dm.percent_complete
 ,dm.key_algorithm
 ,dm.key_length
FROM master.sys.databases                                db
  LEFT OUTER JOIN master.sys.dm_database_encryption_keys dm
    ON db.database_id = dm.database_id;
GO

:CONNECT SecondaryReplica
SELECT
  @@SERVERNAME
 ,db.name
 ,db.is_encrypted
 ,dm.encryption_state
 ,dm.percent_complete
 ,dm.key_algorithm
 ,dm.key_length
FROM master.sys.databases                                db
  LEFT OUTER JOIN master.sys.dm_database_encryption_keys dm
    ON db.database_id = dm.database_id;
GO

Uma vez que você efetive o recurso ele será executado silenciosamente em segundo plano, criptografando o banco de dados enquanto as atividades continuam. Enquanto a criptografia inicial está em execução, podemos verificar a coluna percent_complete na sys.dm_database_encryption_keys para ver progresso (veja o step 7).

http://www.sqlservercentral.com/articles/always+on/135432/

Esse processo seria simples, se não fosse pelo grande volume de transações que eu tenho. Um sistema de telemetria que a todo instante está recebendo e enviando informações de veículos no mundo.

O CPU foi a quase 100% e gerou um performance ruim para o sistema. O que quero dizer é que processos que executavam em 500 milissegundos passaram a executar em 1200/1500 milissegundos.

Se você procurar na documentação só exista a opção de ON e OFF para ENCRYPTION. Uma vez que eu iniciei o processo para criptografar o database eu tenho que esperar terminar. E agora? Quanto tempo isso vai demorar para finalizar no meu database?

Existe uma trace flag documentada (Thanks God Microsft) que pausa o processo e simplesmente não faz rollback! Fantástico pois não perco o que foi criptografado e meu database fica com o status de “encryption in progress”. Ou seja, as páginas que foram criptografadas continuam assim e o as páginas que não foram criptografadas serão lidas normalmente.

https://blogs.msdn.microsoft.com/markweberblog/2017/04/04/transparent-data-encryption-tde-traceflag-5004-and-interrupting-encryption-scanning/

Como qualquer outra TF basta você ativar ou desativar. Para parar o processo ative a TF:

DBCC TRACEON(5004) 
GO

Para reiniciar o processo de onde parou basta desativar a TF e executar o comando novamente para criptografar o database.

DBCC TRACEOFF(5004) 
GO 

ALTER DATABASE YourDatabase SET ENCRYPTION ON;
GO

Isso salvou minha vida, pois eu pude habilitar o processo em horários de menor utilização e mesmo assim se impactasse o sistema eu seria capaz de parar.

Backup Compression

Um fator que notamos depois de habilitar o TDE foi a compressão de backups não estava funcionando corretamente, ou seja, simplesmente ignorava a opção e gerava um backup gigantesco.

Pesquisando um pouco achei uma excelente explicação para esse comportamento.

https://blogs.msdn.microsoft.com/sql_server_team/backup-compression-for-tde-enabled-databases-important-fixes-in-sql-2016-sp1-cu4-and-sql-2016-rtm-cu7/

Depois de entender melhor esse comportamento, foi a hora de verificar o que estava ocorrendo. Para isso utilizei um extended event (backup_restore_progress_trace) que facilita e muito a interpretar o que está acontencendo no momento do backup.

O Edvaldo Castro (blog/twitter) explica muito bem esse novo XE.

https://edvaldocastro.com/benchmarking-teste-do-novo-extended-event/

Você deve querer ver uma mensagem de MaxTransferSize maior de 64 KB:

https://blogs.msdn.microsoft.com/sql_server_team/new-extended-event-to-track-backup-and-restore-progress/#.VgtLzHpVhBd

Nesse momento fizemos duas ações:

1 – Atualizamos para o service pack e cumulative update mais recente visto que estávamos com a versão inferior descrita no link (https://blogs.msdn.microsoft.com/sql_server_team/backup-compression-for-tde-enabled-databases-important-fixes-in-sql-2016-sp1-cu4-and-sql-2016-rtm-cu7/)

2 – Mudamos nossa rotina de backup para se adequar as necessidades.

E o tempdb?

A partir do primeiro database utilizando TDE o tempdb passa ser criptografado automaticamente. Um curioso caso sobre o tempdb foi desvendado pelo Bob Ward, recomendo a leitura!

https://blogs.msdn.microsoft.com/bobsql/2017/01/26/sql-server-mysteries-the-case-of-tde-and-permanent-tempdb-encryption/

Eu tenho FileStream, vai criptografar?

A documentação é clara, dados em FileStream não são criptografados. Nossa solução foi utilizar BitLocker

https://docs.microsoft.com/en-us/windows/security/information-protection/bitlocker/bitlocker-how-to-deploy-on-windows-server

Como ficou a CPU?

Nossos testes mostraram um leve aumento de CPU mas nada que comprometeu  a performance. Monitoramos alguns processos críticos e vimos que o aumento foi em média de 3-5% de CPU e tempo total de duração aumentou 100-150 milissegundos.

Transaction-Log? Hummmm

Eu não vi nenhum tipo de problema com isso. Espero que continue assim 🙂

Alguns recursos que não utilizamos e ainda não testei como Buffer Pool Extention – a documentação diz que não é criptogrado e assim como FileStream uma opção seria usar BitLocker. Quero verificar o quanto isso pode afetar a área de memória ou não.

Certificado expirado

O processo de substituir com segurança o certificado é chamado rotating the encryption key. É importante fazer isso, e o SQL Server torna isso um processo simples e rápido. A substituição dos seus certificados expirados é um processo rápido e simples, e é uma parte importante da manutenção da segurança da sua criptografia

Você também pode usar ou restaurar um certificado expirado no servidor.

https://blogs.msdn.microsoft.com/sqlsecurity/2010/06/14/database-encryption-key-dek-management/

Rotação de chaves

Rotation the encryption key é o processo de passar do certificado antigo para o novo. Nesse caso, tudo o que acontece é que a chave de criptografia do banco de dados é descriptografado com o certificado antigo e criptografado novamente com o novo certificado. Esse novo valor criptografado é armazenado no banco de dados sobrescrevendo o antigo. Por ser um processo rápido, a rotação frequente não é um problema.

Novo certificado

O primeiro passo é criar um novo certificado que será usado para criptografar o banco de dados. Você pode seguir os mesmos passos acima.

Rotação do certificado

Para substituir o certificado usado para TDE, adicione o novo certificado como acima, então execute o comando

USE YourDatabase
GO

ALTER DATABASE ENCRYPTION KEY
ENCRYPTION BY SERVER CERTIFICATE TDECert_Rotate_Key;
GO

Faça backup do novo certificado e do database.

Remover TDE

Para remover o TDE é necessário executar o comando abaixo.

ALTER DATABASE yourdatabase SET ENCRYPTION OFF;
GO

Aguarde até que o processo de descriptografia esteja concluído. Use o sys.dm_database_encryption_keys DMV para determinar seu status

USE YourDatabase
GO

DROP DATABASE ENCRYPTION KEY
GO

Faça backup do novo certificado e do database.

Para finalizar, aprenda que o TDE não é apenas um recurso que liga e desliga para entrar em conformidade com órgãos regulamentadores. Você deve se preparar e entender melhor esse recurso antes de utiliza-lo em seu ambiente de producao. Este foi um dos recursos que eu mais gostei de implementar pois me aprofundei em um assunto que eu mesmo tinha deixado de lado.

Fica uma pergunta! Quando falamos de data-in-rest o TDE é suficiente para deixar meus dados seguros ou precisamos fazer um backup com criptografia? Em um próximo post falarei como utilizar backup encryption

https://blogs.msdn.microsoft.com/sqlsecurity/2010/06/14/database-encryption-key-dek-management/

https://blogs.msdn.microsoft.com/sqlsecurity/2016/10/05/feature-spotlight-transparent-data-encryption-tde/

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Azure SQL Database Virtual PASS BR

Azure SQL Database – Vulnerability Assessment

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O Vulnerability Assessment (VA) primeiramente introduzido no Azure SQL Database e depois entregue na versão do SQL Server Management Server (SSMS) 17.4 é um recurso que pode ajudar a descobrir, rastrear e corrigir potencias vulnerabilidades no seu database.

“To gain the benefits of a Vulnerability Assessment on your database, all you need to do is run a Scan, which will scan your database for vulnerabilities.”

Essa simples frase resume exatamente o que você deve fazer para utilizar esse recurso, nada além disso. Na minha visão o principal motivo para isso é a grande preocupação que a Microsoft está tendo em relação a segurança da informação. O Vulnerability Assessment é de fácil interpretação e principalmente é feito para não especialistas em segurança da informação assim como eu. Com esse recurso eu posso proteger melhor o meu ambiente porem isso pode não ser o suficiente caso a sua empresa tenha uma especialista em segurança e ele te direcione para qual caminho seguir.

Eu acredito que o recurso irá evoluir e iremos ganhar mais facilidades como por exemplo automatização de scan!

Hoje o Vulnerability Assessment faz parte do Advanced Threat Protection for Azure SQL Database.

A única configuração que você precisara fazer é escolher onde irá armazenar o resultado e nesse caso será uma “storage account”

Pronto! Agora basta executar o scan e aguardar pelo resultado.

Pude notar que as validações que estavam em preview foram modificadas na versão General availability (GA). O último preview, que eu utilizei, existiam 77 validações e agora só existem 48. Não sei o motivo porque algumas foram retiradas, mas espero que a lista aumente.

Para cada verificação existem detalhes que trazem informações complementares importantíssimas como por exemplo como remediar (resolver) o problema.

É possível criar uma baseline para cada database e assim você pode customizar o que é importante para seu ambiente. No relatório, o status da regra irá mostrar como aceito por baseline customizada.

Com o GA agora é exportar o resultado para Excel através do botão: Export Scan Results. Dessa maneira você pode ter um relatório offline e distribuir dentro da sua equipe ou até mesmo enviar para outras pessoas.

Com o Scan History é possível ver como estava as vulnerabilidades em cada scan. Isso facilita a auditoria e principalmente podemos ver o progresso das correções. Também é possível exportar para Excel qualquer histórico.

Eu espero que em breve possamos criar nossas próprias validações dando assim flexibilidade para cada cliente customizar com suas necessidades.

A versão do SSMS para on-premise tem as mesmas funcionalidades e é tão simples quanto a versão do Azure SQL Database.

https://www.mssqltips.com/sqlservertip/5297/sql-server-security-vulnerability-assessment-tool-in-ssms-174/

Jan Rokicki escreveu um excelente post falando sobre VA

https://www.datasic.com/post/ssms-va-assessment/

Referencias:

https://azure.microsoft.com/en-us/blog/introducing-sql-vulnerability-assessment-for-azure-sql-database-and-on-premises-sql-server/

https://blogs.technet.microsoft.com/dataplatforminsider/2017/12/11/whats-new-in-ssms-17-4-sql-vulnerability-assessment/

https://docs.microsoft.com/en-us/azure/sql-database/sql-vulnerability-assessment

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/sql-vulnerability-assessment?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/azure/sql-database/sql-advanced-threat-protection

https://docs.microsoft.com/en-us/azure-advanced-threat-protection/what-is-atp

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Azure SQL Database Virtual PASS BR

GDPR – Principle of least privilege

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Principle of least privilege – Principio do menor privilegio é a prática de limitar os direitos de acesso dos usuários às permissões mínimas necessárias para realizar seu trabalho. Apenas os direitos mínimos necessários devem ser atribuídos a um indivíduo que solicita acesso a um recurso e deve estar em vigor pelo menor tempo necessário. Esse conceito pode ser aplicado a usuários, programas ou processos que interagem de alguma forma com acesso a dados.

Algumas atribuições de privilégios podem ser baseadas em funções ou unidades de negócios como marketing, recursos humanos ou TI.

Como implementar o POLP

  • Realização de auditorias de privilégios, verificando todos os processos, programas e contas existentes para garantir que eles tenham apenas as permissões necessárias para realizar seu trabalho.
  • Iniciando todas as contas com o menor privilégio, definindo o padrão para todos os novos privilégios de conta o mais baixo possível e adicionando privilégios de nível superior somente conforme necessário para executar as tarefas.
  • Implementando a separação de privilégios, separando as contas administrativas das contas padrão e as funções do sistema de nível superior das contas inferiores.
  • Atribuir privilégios just-in-time restringindo os privilégios de nível superior apenas ao momento em que eles são realmente necessários.
  • Acompanhar e rastrear ações individuais usando credenciais de uso único, monitoramento e auditoria automática para facilitar o rastreamento das ações do usuário, permitindo que as organizações limitem os danos

Esses passos podem ser utilizados por diversas áreas além de banco de dados.

Vou mostrar como eu implementei esse processo de POLP e já adianto que foi a tarefa mais demorada de toda a implementação do GDPR (General Data Protection Rules).

Nesse processo foi fundamental o auxílio de uma ferramenta grátis, dbatools, que eu acredito que todos que trabalham com SQL Server deveriam conhecer. Eu gostaria de agradecer o Claudio Silva (blog/twitter) por me ajudar prontamente com as dúvidas!

Revisar membros da role sysadmin

$sqllist =  "sql01","sql02","sql03"
$sqllist |  Get-DbaUserLevelPermission -Database master -Verbose | Where-Object {$_.RoleSecurableClass -eq "sysadmin"} | Out-GridView #| Export-Csv "c:\temp\Audit-SQL-sysadmin-permission.csv"

Com um simples comando eu pude exportar uma lista completa de todos os sysadmin das minhas instancias.

Obs.: Esses simples exemplos são suficientes para iniciar uma análise.

Revisar permissões de CONTROL SERVER

$sqllist =  "sql01","sql02","sql03"
$sqllist |  Get-DbaUserLevelPermission -Database master -Verbose | Where-Object {$_.Permission -eq "CONTROL SERVER"} | Out-GridView #| Export-Csv "c:\temp\Audit-SQL-sysadmin-permission.csv"

http://www.sqlservercentral.com/blogs/brian_kelley/2009/03/06/control-server-vs-sysadmin-membership/

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/grant-server-permissions-transact-sql?view=sql-server-2017

Revisar permissões a nivel de servidor

$sqllist =  "sql01","sql02","sql03"
$sqllist |  Get-DbaUserLevelPermission -Database master |Where-Object {$_.RoleSecurableClass -eq "SERVER" -and $_.Permission -inotin "CONNECT SQL","CONTROL SERVER"   } | Out-GridView #| Export-Csv "c:\temp\Audit-SQL-server-side-permission.csv"

Usar a VIEW SERVER STATE

É normalmente usado para solução de problemas ou atividades relacionadas ao desempenho e é a melhor alternativa para não conceder permissão de sysadmin, especialmente para pessoas externas

Dynamic management views (DMV) retornam informações de estado do servidor que podem ser usadas para monitorar a integridade de uma instância do servidor, diagnosticar problemas e ajustar o desempenho

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/grant-server-permissions-transact-sql

Revisar todas as permissões para todos os usuarios

Esse comando mostra todos server logins, server level securable, database logins e database securables

$sqllist =  "sql01","sql02","sql03"
$sqllist |  Get-DbaUserLevelPermission -Database master |Where-Object {$_.RoleSecurableClass -inotin"sysadmin" -and $_.Permission -inotin "CONNECT SQL","CONTROL SERVER"   } | Out-GridView #  Export-Csv "c:\temp\Audit-SQL-server-side-permission.csv" 

Esse foi o ponto que mais gastou nosso tempo, pois rever permissões é sempre uma tarefa difícil. Não poderíamos simplesmente retirar permissões sem impactar o dia a dia dos usuários e por isso foi criado um documento para cruzar informações sobre a classificação de dados e as permissões de cada usuário.

https://docs.microsoft.com/en-us/dotnet/framework/data/adonet/sql/authorization-and-permissions-in-sql-server

Remover logins desabilitados ou não utilizados

Nos monitoramos os logins de duas formas:

  • Extended Event
CREATE EVENT SESSION [XE_Getting_Login]
ON SERVER
ADD EVENT sqlserver.login
( ACTION ( sqlserver.client_app_name
,sqlserver.client_hostname
,sqlserver.database_id
,sqlserver.database_name
,sqlserver.username )
WHERE ( [sqlserver].[database_id] > ( 4 )))
ADD TARGET package0.event_file
( SET filename = N'XE_Getting_Login' )
WITH ( MAX_MEMORY = 4096KB
,EVENT_RETENTION_MODE = ALLOW_SINGLE_EVENT_LOSS
,MAX_DISPATCH_LATENCY = 30 SECONDS
,MAX_EVENT_SIZE = 0KB
,MEMORY_PARTITION_MODE = NONE
,TRACK_CAUSALITY = OFF
,STARTUP_STATE = OFF );
GO
  • Audit
USE [master];
GO

CREATE SERVER AUDIT [Unused_Login]
TO FILE ( FILEPATH = N'S:\Audit\'
         ,MAXSIZE = 100MB
         ,MAX_ROLLOVER_FILES = 5
         ,RESERVE_DISK_SPACE = OFF )
WITH ( QUEUE_DELAY = 1000
      ,ON_FAILURE = CONTINUE
      ,AUDIT_GUID = '98c2b34e-aba9-4e4d-9691-dc315c057a70' );
GO

ALTER SERVER AUDIT [Unused_Login]
WITH ( STATE = ON );
GO

USE [master];
GO

CREATE SERVER AUDIT SPECIFICATION [ServerAuditSpecification_Unused_Login]
FOR SERVER AUDIT [Unused_Login]
  ADD ( AUDIT_CHANGE_GROUP )
 ,ADD ( SUCCESSFUL_LOGIN_GROUP )
WITH ( STATE = ON );
GO

Depois de 40 dias capturando as informações foi possível saber quais logins estavam sendo usados e facilmente excluímos os outros.

Criar windows group

Passamos a implantar essa pratica para facilitar a administração (inclusão e exclusão de usuário). Crie um windows group principalmente para os administradores do SQL Server. Eu fiquei espantado quando vi a resistência de algumas pessoas para criar grupos pelo simples fato que elas estavam acostumadas a apenas criar usuários.

https://www.mssqltips.com/sqlservertip/1831/using-windows-groups-for-sql-server-logins-as-a-best-practice/

Criar User-Defined Server Role e User-Defined Database Role

Uma maneira simples e fácil de gerenciar as permissões em seus bancos de dados e servidores. É possível você atribuir um conjunto de permissões a uma “role” ao invés de atribuir individualmente para cada usuário ou grupo de usuarios.

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/authentication-access/server-level-roles

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/authentication-access/database-level-roles

Criamos User-defined Server Role genéricas onde utilizamos a mesma estrutura (permissões) em todos as instancias, por exemplo, um grupo de usuários necessita ter a visibilidade de como está o estado na instancia. Nesse caso atribuímos a permissão de VIEW SERVER STATE.

Para cada database criamos “roles” de acordo com a necessidade deles. O que utilizamos foi a classificação dos dados que foi realizado para mandar tudo dentro do GDPR. Uma ideia que tivemos foi criar “tier” de acesso onde o “tier” mais básico tem acesso as informações públicas e o “tier” mais elevado tem acesso as informações confidencias.

Com isso tivemos um cruzamento assim: Classificação da informação X Usuário/Grupo de Usuário X Role (tier)

Forçar política de password

Nos literalmente forçamos todos os SQL Logins a utilizar essa política fazendo. E principalmente criamos auditoria para esse processo.

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/password-policy

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/strong-passwords

Replace user logins for databases contained

Isso de fato não foi um requerimento, mas é útil para que possamos realizar uma migração para Azure SQL Database. Achamos o momento oportuno, uma vez que estávamos revendo todas as permissões e tentamos utilizar contained database para a maioria das aplicações e usuários porem alguns sistemas “antigos”, não são legados pois ainda estão em uso, mas a manutenção é cara, não pudemos alterar.

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/contained-database-users-making-your-database-portable?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/databases/security-best-practices-with-contained-databases?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/databases/migrate-to-a-partially-contained-database?view=sql-server-2017

Para finalizar todo nosso esforço criamos auditorias de acesso para saber se nosso trabalho estava correto e principalmente estar em conformidade com a nova regulamentação.

Eu irei falar de auditoria em breve 🙂

 

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Azure SQL Database – Data Discovery & Classification

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“SQL Data Discovery & Classification is currently at an early phase, and the eco-system around it is expected to grow as we continue releasing new capabilities”

Gostaria de começar esse post com a frase acima que peguei de um comentário no post que anunciou esse recurso!

Atualmente esse recurso está em preview, porém já podemos saber que é apenas o início de algo maior que esta por vir.

Aqui na Europa o GDPR está fazendo com que empresas se adaptem ao novo modelo e esse recurso pode ajudar com o primeiro passo!

Eu tenho utilizado outros métodos para classificar meus dados (ferramentas de mercado e até mesmo uma ferramenta desenvolvida internamente) e posso dizer que para a primeira versão desse recurso tem me agradado.

É possível se beneficiar desse recurso em qualquer service tier quando estiver utilizando o Azure SQL Database, ou seja, mesmo que você tem um database com pouca utilização você pode utilizar esse recurso.

Para usar Data Discovery & Classification é bastante simples:

  • Acesse seu database através do portal Azure
  • Navegue até Data Discovery & Classification (preview) e uma blade aparecera com um overview
    • Caso seja a primeira vez que você acessa esse recurso, verá os gráficos vazios

Depois que você classificar seus dados essa uma possível visualização dizendo como seus dados estão classificados ou “categorizados”.

Nesse momento existem dois tipos de distribuição:

  • Information type: para simplificar o entendimento seria o que está sendo armazenado nesse dado. É informação pessoal como ID, nome ou data de nascimento ou é um dado contendo informações bancarias como credencias de acesso ou cartão de credito.
  • Label: podemos dizer que é o nível de segurança que esses dados devem ser tratados. Por exemplo: Highly confidencial – GDPR seria o nível segurança elevado onde poucas pessoas deveriam ter acesso a essa informação ou Public seria nível segurança baixo onde todos podem acessar a informação.

Obs.: Isso é apenas uma classificação e não impõe nenhum tipo de restrição de acesso! Para restringir acesso ou ofuscar os dados existem outros recursos como Dinamic Data Masking e Row-level security.

Ao acessar a classificação pela primeira vez a Microsoft recomenda para você algumas colunas para classificar.

Isso realmente é um bom começo e com certeza ira te ajudar. Porem eu compartilho da opinião de algumas pessoas como Thomas LaRock que nesse post fala sobre esse recurso, onde existem limitações nessa versão – e é assim mesmo como foi anunciado que esse recurso está em constante mudança.

O algoritmo de classificação precisa ser melhorado em alguns aspectos:

  • Apenas funciona para nomes em inglês
  • Problemas com case-sensitive collations

O que me deixou satisfeito com o algoritmo foi que no meu caso mais de 75% das colunas sugeridas faziam total sentido!

Você pode aceitar as recomendações, edita-las, ou pode classificar manualmente outras colunas.

  1. Clique em Add classification
  2. Escolha o schema e a tabela
  3. Escolha a coluna
  4. Defina o “tipo de informação” o e “rótulo de sensibilidade”

Repita esse processo para cada coluna que você deseja classificar.

Uma vez que tenha terminado de classificar as colunas, você terá uma visão parecida com a primeira imagem e podendo agora exportar seu relatório para Excel que hoje é o único método possível.

Minha primeira tentativa resultou em uma visualização não agradável. Eu estava utilizando o Office 2013 e os gráficos não estão disponíveis (não funcionam). 

Depois de atualizar para o Office 2016 tudo funcionou normalmente.

Essa funcionalidade esta disponivel para on-premise a partir do SSMS 17.5!

Podemos esperar melhorias para o próximo semestre e deixo dois links de feedbacks sobre esse recurso

https://feedback.azure.com/forums/217321-sql-database/suggestions/33772411-scripting-capabilities-to-do-ms-sql-discovery-and

https://feedback.azure.com/forums/217321-sql-database/suggestions/33870379-data-discovery-and-classification-information-ty

Referência:

https://blogs.technet.microsoft.com/dataplatforminsider/2018/02/20/whats-new-in-ssms-17-5-data-discovery-and-classification/

https://docs.microsoft.com/en-us/azure/sql-database/sql-database-data-discovery-and-classification

https://docs.microsoft.com/en-us/azure/security/how-to-discover-classify-personal-data-azure

 

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Azure SQL Database How To

GDPR – como eu me preparei

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“The General Data Protection Regulation (GDPR) will come into force on the 25th May 2018, replacing the existing data protection framework under the EU Data Protection Directive”

“The aim of the GDPR is to protect all EU citizens from privacy and data breaches in an increasingly data-driven world that is vastly different from the time in which the 1995 directive was established”

Nos últimos meses estive envolvido em muitas mudanças nas aplicações que temos por conta dessa nova regulamentação que esta entrando em vigor na Europa. Muitas empresas como Facebook, Google, Microsft e Amazon (apenas para citar algumas) também estão se adequando ao GDPR e desde o inicio do ano eu venho recebendo avisos de como eles tem mudado suas policas de segurança/privacidade.

Na minha opinião essa mudança é importante para nós usuários dessas grandes corporações e a intenção é ter mais controle sobre nossos dados pessoais.

Mas o que isso afeta o meu trabalho e o meu dia a dia? Não são apenas as empresas globais (gigantes da internet) que devem se adequar, mas sim qualquer empresa dentro da união europeia deve seguir essa regulamentacao e por isso o meu trabalho é afetado. Se você pensa que por não morar/trabalhar na Europa você não deve seguir o GDRP acredito que não é bem assim, pois em algum momento sua empresa pode fazer operações na Europa e você terá que se adequar, ou ate mesmo, quanto tempo você acha que essa regulamentacao ou alguma outra sera aplicada onde voce está? Pense bem.

O meu intuito aqui não é falar sobre o que o GDPR é ou para que ele se propõe. Para isso deixarei links onde você pode entender melhor.

Eu irei mostrar como eu utilizei ferramentas e recursos nativos do SQL Server para fazer que meu ambiente esteja de acordo com a regulamentação. E para cada item farei um post sobre como implementei e minhas impressões, por isso esse post será atualizado sempre que necessário.

A maioria dos posts terá o foco no Azure SQL Database.

Primeiramente temos que conhecer melhor nossos dados, saber o que eles representam e principalmente qual a sua valia para a empresa.

Garantir o princípio do menor privilegio foi a fase do meu projeto que mais demorou, uma vez que temos que entender quem acessa a informação, para qual finalidade e porque eles acessam.

Para ajudar a proteger seus dados, o firewall impede todo o acesso ao seu servidor de banco de dados até que você especifique quais computadores têm permissão.

  • Authentication in Azure SQL Database using Azure Active Directory

Com a autenticação do Azure AD, você pode gerenciar centralmente as identidades dos usuários do banco de dados e de outros serviços da Microsoft em um local central.

É o processo de identificar, quantificar e priorizar (ou classificar) as vulnerabilidades.

Conhecido como criptografia de dados em repouso (data at rest) e executa criptografia e descriptografia de I/O em tempo real dos dados e arquivos de log.

Transparent Data Encryption and its tricks

Limita a exposição a dados confidenciais mascarando para usuários sem privilégios. O DDM ajuda a impedir o acesso não autorizado a dados confidenciais.

  • Row-Level Security

Permite que os clientes controlem o acesso a linhas em uma tabela de banco de dados com base nas características do usuário que está executando uma consulta, em outras palavras, o RLS permite implementar restrições no acesso ao registro de dados.

  • Group Managed Service Accounts

Fornece um gerenciamento automático de senhas e de SPN, incluindo delegação de gerenciamento a outros administradores.

  • Always Encrypted

É um recurso projetado para proteger dados confidenciais, como números de cartão de crédito ou números de identificação nacional. Permite que os clientes criptografem dados confidenciais em seus aplicativos e nunca revelem as chaves de criptografia ao banco de dados.

  • Business continuity in Azure SQL technologies
    • Point-time Restore
    • Backup Long-term retention
    • Active Geo-replication
  • Auditing & Threat Detection

Pode ajudar a compreender a atividade do banco de dados e obter insights sobre discrepâncias e anomalias que possam indicar preocupações comerciais ou suspeitas de violações de segurança.

  • SQL Server Audit

Permite criar auditorias que podem conter eventos no nível do servidor e no nível do banco de dados.

  • Temporal table

Fornece informações sobre os dados armazenados na tabela em qualquer momento, em vez de apenas os dados corretos no momento atual.

  • Azure SQL Analytics

Coleta e visualiza métricas importantes de desempenho do Azure SQL Database.

 

Todos os passos que eu segui foi baseado no guia da Microsoft referente ao GDPR.

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/security/microsoft-sql-and-the-gdpr-requirements

References:

https://www.eugdpr.org/the-regulation.html

https://www.dataprotection.ie/docs/GDPR/1623.htm

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Virtual PASS BR

Como foi minha vinda para Portugal

Eu sempre tive vontade de sair do Brasil e estava muito inclinado a fazer isso. Nos últimos anos comecei a estudar algumas possibilidades de imigração, mas nada sem destino certo. Nunca tinha pensado em Portugal como uma opção, mas aconteceu que uma empresa, Farfetch, me encontrou no LinkedIn e me mandou uma proposta de entrevista. Nunca tinha ouvido falar dessa empresa então fui pesquisar e decidi aceitar fazer a entrevista.
Após duas entrevistas me enviaram a proposta de trabalho que de imediato eu recursei, motivo: salário baixo. Eu tinha solicitado um valor (2.5x) maior do que tinham feito a proposta e foi me dito que a realidade de Portugal era outra, eu não acreditei e ao pesquisar eu tive a primeira surpresa, Portugal tem um dos menores salários da Europa. Se não bastasse isso a cidade de Porto, para qual eu fui, o valor salarial é menor! Depois de negociar e melhorar um pouco (não cheguei ao valor inicial que eu queria) decidi aceitar a proposta por dois motivos, trabalhar e viver fora do Brasil. Sabia que iria ganhar menos, o custo de vida é baixo aqui, mas “teria uma qualidade de vida” melhor.
A Farfetch contratou uma empresa para me ajudar com o visto e com a realocação em Porto e foi aonde meus problemas começaram. Essa empresa fez um péssimo trabalho onde eu tive que deixar de lado o que eles falavam para documentação e seguir o que estava no site do consulado Português. Depois de 3 meses consegui tirar meu visto e vim para Porto onde começou o meu maior problema. Aluguei um quarto por uns dias (AirBNB) e comecei a procurar um apartamento com auxílio da empresa contratada, contudo tive dificuldades para encontrar um apartamento do meu gosto (não gosto de coisa antiga) pelo simples fato de que a empresa não estava ajudando pois existem apartamentos mais novos.

Vou deixar para explicar mais daqui a pouco.

Antes de começar a trabalhar você precisa de um documento chamado NIF (Número de Identificação Fiscal) e é possível fazer em um órgão do governo chamado FINCANÇAS que está praticamente em todos os principais bairros do Porto. Fui até esse órgão para solicitar o meu documento e agora meu problema ficou sério pois para conseguir esse documento existem duas maneiras:

  1. Representante legal – Alguma pessoa com documentação legal no país deve ser responsável por você. Eu vim sozinho, sem conhecer ninguém, não tinha ninguém que pudesse fazer isso para mim. Perguntei se a empresa, Farfetch, não poderia ser o representante e eles me informaram que não. Eu tinha que conseguir porque meus colegas brasileiros conseguiram.
  2. Com um contrato de morada – Aqui volto ao problema de encontrar um apartamento. Acabei encontrando alguns que eu gostei e na hora de tentar alugar começaram as perguntas
    1. Tem um fiador? Sou novo no país e não conheço ninguém
    2. Tem NIF? Preciso do contrato de morada para tirar o NIF.
      1. Se não tem, não podemos fazer o contrato.

Nesse momento já tinham se passado 3 semanas sem trabalhar e pagando AirBNB comecei a ficar muito puto. Entrei uma situação de bloqueio, pois, precisava do documento para trabalhar e alugar o apartamento e para alugar o apartamento precisava do documento. Depois de muito pesquisar, sem ajuda da empresa, achei um apartamento e fui na imobiliária verificar e informei a minha situação. Eles aceitaram fazer um contrato de morada se eu pagasse 6 meses de aluguel adiantado e depois de 90 dias pagasse os outros 6 meses. Como eu estava puto pois a empresa (Farfetch) não me ajudou com nada, resolvei aceitar e pude começar a trabalhar.
Farfetch é uma empresa num estilo moderno (Google, Facebook entre outras) usa tecnologia de ponta, mas acaba aqui o encantamento. Uma empresa que está buscando profissionais brasileiros mas não estava preparada (não sei como estão agora), desde o RH até os times técnicos. O ponto final para mim foi quando descobri que a Farfetch mentiu para mim em alguns aspectos:

  1. Passagem aérea: eles pagaram para alguns brasileiros, mas não me pagaram
  2. Hospedagem: eles pagaram para alguns brasileiros, mas não me pagaram
  3. Custo de vida na cidade do Porto, não é tão baixo quanto falaram comparado com o salario
  4. Bônus que prometeram na proposta foi removido 1 semana depois que cheguei
  5. Cargo especificado não foi o que me disseram
  6. Entre outras

Somando tudo isso e o salário baixo, depois de 2 meses eu decidi começar a procurar outro emprego e mudei meu LinkedIn para cidade de Porto e comecei a receber muitas solicitações de contato de pessoas de RH de empresas de Portugal e Europa. Demorou apenas 10 dias para encontrar um novo trabalho que me pagasse o que eu queria (difícil achar, mas achei) e não pensei duas vezes e decidi mudar. Nessa nova empresa eles me deram todo o auxílio e documentação necessária que eu precisava para trabalhar.
Essa foi minha trajetória nessa aventura de tentar a vida fora do Brasil e isso não significa que você passara pelas mesmas coisas.

Resumindo:

Portugal é um país onde se paga pouco (salário mínimo nao chega em €580) media salariam na área de TI €2000 para um sênior. Ou seja, você está disposto a ter uma qualidade de vida diferente do Brasil? Aceita a ganhar menos? Está realmente disposto a sair do Brasil? Aceite a proposta. Mas se você está em dúvida pense bem pois Portugal não é mil maravilhas.
O mercado de trabalho aqui está agitadíssimo, existem empregos para todas as áreas em diversas empresas porem o salário é baixo.

Moradia:

Levando em consideração que eu aluguei um apartamento para mim e não queria dividir com ninguém então eu pagava tudo sozinho. Valor fora do centro do Porto para apartamentos de 1 ou 2 quartos entre €300/€650 depende da região

Internet / TV / Celular

Planos de €30/€40 por 100MB de internet, TV e incluía telefone em casa com minutos
Planos de €15 para 4G com 3GB de internet. Existe a opção de incluir tudo em único plano porem a operadora de internet que tinha vibra no apartamento era diferente da minha operadora de celular.

Agua / Luz / Gás

A luz e gás em Portugal são muito caras. Eu sozinho gasto em média €40/€50 de luz e gás (mesma companhia) e mais €20/€30 de agua.

Mercado

Se você fizer uma compra para o mês comprando marcas do mercado (sim isso é muito comum aqui, ou seja, ao invés de comprar uma marca famosa, por exemplo: Nestle, você compra a marca do mercado, onde você pagaria €2 pela Nestle pode pagar €0,80 pela marca do mercado) irá gastar em média uns €150.

Agora é só fazer as contas e ver se está disposto a encarar. Para saber qual o seu salário final liquido pode usar esse site do governo: http://www.financaspessoais.pt/ordenados-e-pensoes/calculadora-do-salario-liquido-2017

Você está disposto a tudo isso? Pense bem e decida!
Espero poder ter ajudado, pois essa foi a minha experiencia e não significa que voce passara por tudo isso. Espero poder falar em breve como foi a minha vinda para Irlanda 🙂

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Azure SQL Database – Migration tools – part 3

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Um outro metodo para migração de um database para o Azure SQL Database é através do uso de replicação. Não é o meu método favorito nem o tópico que eu mais gosto, na verdade eu evito o uso de replicação, porem esse tipo de migração pode ser útil em vários cenários.

Transactional Replication

Esse processo tem algumas particularidades como por exemplo:

  • Menor downtime
  • Perfeito para databases grandes
  • Suportado a partir do SQL Server 2012
  • Processo em múltiplos passos independentes
  • Requer chaves primarias em cada tabela presente no Publisher
  • Maior complexidade
  • Custos adicionais (setup distribution database, publisher e subscriber)
  • Exige mais conhecimento do DBA

Não esquece de validar se seu database está pronto para o Azure SQL Database através do Data Migration Assistant – Assessment

Configurar a replicação transacional para o Azure SQL Server não é nem um pouco diferente de configurar qualquer outro tipo de replicação para um servidor on-premise. Primeiro passo é criar um database vazio no Azure SQL Database pois é necessário que o database já exista para configurar a replicação.

Encontrei esse vídeo no channel9 explicando o passo a passo para utilizar a replicação transacional.
Para saber mais de como criar um Publisher utilizando replicação transacional acesse esse link.
Existem considerações que devemos ter e o time de suporte do Azure SQL Database descreve muito bem essas considerações nesse post.
O time do SQLCAT – SQL Server  Custumer Advisor Team também descreve como realizar esse procedimento nesse post.
Nesse outro link você pode ler sobre as restrições.

GO-NO-GO

Por ser um método que permite menor downtime existem alguns passos que devemos realizar:

  • Pare a aplicação e qualquer acesso que o database possa receber (Pacotes SSIS, integrações e etc.)
  • Monitore a replicação para que esteja completamente sincronizada
  • Reconfigure as connections strings (Aplicação, Pacotes SSIS, integrações e etc.)
  • Verifique se a aplicação está funcionando
  • Em caso de sucesso, exclua a replicação

 

Como eu disse, esse é um método extremamente complexo e trabalhoso, mas perfeitamente plausível para aplicações com downtime curtos.